No início dos anos 2000 o PR, mais conhecido no Brasil como assessoria de imprensa, foi apontado como uma estratégia de comunicação ideal para o marketing das empresas, em especial àquelas voltadas ao B2B.

Isso porque, ao contrário da propaganda, que exigia muito mais investimentos e era mais direcionado ao B2C, o PR era barato e conferia às marcas mais credibilidade – afinal, seu grande ponto forte é geração de mídia espontânea.

Assim, a receita dos gurus do marketing era:

B2C > Propaganda
B2B > PR

Essa receita mudou com a revolução digital que estamos vivendo nos últimos anos. O Google, o Youtube, o Facebook, o Instagram, entre outros, capturaram grande parte dos antigos investimentos publicitários das empresas B2C na mídia tradicional. Como consequência, a mídia vive uma grande crise existencial e tenta se reinventar, criando produtos de conteúdo patrocinado, eventos etc. Por outro lado, o número reduzido de publicações significa menos oportunidades para a atuação tradicional de PR, focada na gestão das relações com a imprensa.

Aliado a isso, as redes sociais criaram uma nova categoria de formadores de opinião, os digital influencers, que a cada dia ganham mais destaque e recebem investimentos tanto das empresas B2B quanto das B2C, nas chamadas ações com influenciadores, por exemplo.

Nesse cenário, o PR também está se reinventando como uma ferramenta que utiliza diversos recursos/canais, como o inbound marketing e branded content, para atingir prospects e clientes. A base continua sendo a mesma – conteúdo e relacionamento -, mas o leque agora é bem maior.

Hoje o PR é muito mais do que gerir a relação das empresas com a mídia.

Isso continua sendo feito, mas é apenas uma parte de um trabalho bem mais amplo que envolve ações de marketing de influência, geração de conteúdo patrocinado, desenvolvimento de conteúdo para gerar leads, relacionamento com analistas e associações, gerenciamento de crise de imagem nas empresas, entre outros.

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